segunda-feira, 24 de junho de 2019

23 de junho: celebração do Dia Olímpico no Brasil e no mundo

O Atletismo na Escola, que vai levar o esporte para 12 mil crianças de 24 unidades da rede de ensino municipal de Bragança Paulista, também promove valores olímpicos como ética, responsabilidade, respeito às regras e aos adversários

                                          Atletismo na Escola leva valores olímpicos para crianças 


Bragança Paulista - O Dia Olímpico foi criado para celebrar a formação do Comitê Olímpico Internacional (COI), em 23 de junho de 1894, em Paris, uma iniciativa do Barão Pierre de Coubertin com o propósito de marcar o renascimento dos Jogos Olímpicos na Era Moderna. O COI decretou a data comemorativa durante seu 42º Congresso, realizado em St.Moritz, na Suíça, em janeiro de 1948.

O Dia Olímpico foi criado para promover valores como ética, responsabilidade, respeito às regras e aos adversários e trabalho em equipe etc. 

O projeto Atletismo na Escola, lançado neste mês de junho de 2019, numa parceria entre a CBAt, Prefeitura de Bragança Paulista, por meio da Secretaria da Educação, o Instituto Sanderlei Parrela e a Caixa, visa também levar os valores olímpicos para as crianças da rede municipal, cerca de 12 mil alunos de 24 escolas.
O Comitê Olímpico do Brasil vai comemorar a data na terça-feira (25/6), também em atividades com crianças de escolas do Rio, no Centro de Treinamento Time Brasil, no Parque Aquático Maria Lenk. 

A filosofia olímpica, herdada dos Jogos Olímpicos da Grécia Antiga, usa o esporte como instrumento de promoção da paz e da união entre os povos, o respeito as diferenças culturais, étnicas e religiosas na combinação entre esporte, cultura e meio ambiente. 

O Olimpismo tem como princípios a amizade, a compreensão mútua, a igualdade, a solidariedade e o fair play (jogo limpo). Mais que uma filosofia esportiva, o Olimpismo é uma filosofia de vida. A ideia é que a prática destes valores ultrapasse as fronteiras das arenas esportivas e influencie a vida de todos.

Todas as medalhas olímpicas do atletismo brasleiro, desde 1952
http://www.cbat.org.br/repositorio/cbat/historia/nossas_medalhas/medalhas_jogos_olimpicos_2018.pdf

A Caixa é a patrocinadora oficial do atletismo brasileiro.


sexta-feira, 21 de junho de 2019

Convocação antecipada tem 23 atletas para o Pan-Americano Sub-20

CBAt divulga lista e cumpre alteração de prazos feita pelos organizadores da competição de San José, na Costa Rica seleção, por enquanto, tem 14 homens e 9 mulheres

Bragança Paulista - A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), por determinação dos organizadores do evento, antecipou a convocação para o Campeonato Pan-Americano de Atletismo Sub-20, que será realizado de 19 a 21 de julho, em San José, na Costa Rica. 

A CBAt convocou 23 atletas qualificados - 14 no masculino e 9 no feminino. O grande destaque é Alison Brendom dos Santos, recordista sul-americano sub-20 dos 400 m com barreiras e número 1 da prova no Ranking da IAAF da categoria de 2019, com 48.84, marca obtida no GP Brasil Caixa, dia 28 de abril, em Bragança Paulista (SP). Outras atrações são os velocistas Erik Felipe Cardoso e Lorraine Martins, eleitos os melhores atletas do Campeonato Sul-Americano Sub-20, disputado no último fim de semana, em Cáli, na Colômbia.

Pelos critérios de convocação divulgados o dia 2 de julho seria o último para a obtenção de índices. Segundo Nota Oficial Nº 86/2019, a CBAt recebeu a informação de que o dia 14 de junho era o último para as inscrições de atletas. A pedido da CBAt, excepcionalmente, a organização estendeu o prazo para até o dia 21, depois da realização do Sul-Americano Sub-20 de Cáli, na Colômbia.

Mas a CBAt solicitou também autorização para que, em caso de algum atleta ainda alcançar o índice exigido dentro do prazo constante nos seus critérios de convocação, a inscrição do atleta seja apreciada pelos organizadores. Não há garantia de participação no evento, uma vez que dependerá da autorização especial dos organizadores.

O Campeonato Pan-Americano Sub-20 tradicionalmente é muito forte, com a presença de atletas dos Estados Unidos, Canadá, Cuba e Jamaica. Na última edição, em 2017, em Trujillo, no Peru, o Brasil ganhou nove medalhas: uma de ouro, três de prata e cinco de bronze.

Os convocados:

Masculino
Erik Felipe Cardoso (SESI-SP) - 100 m - 200 m
Lucas Rodrigues da Silva (Mangueira do Futuro-RJ) - 100 m
Lucas Conceição Vilar (SESI-SP) - 200 m
Alison Brendom dos Santos (Pinheiros-SP) - 400 m - 400 m c/barreiras
Douglas Hernandes Mendes (Balneário Camboriú-SC) - 400 m
Lucas Pinho Leite (Barra do Garças-MT) - 800 m - 1.500 m
Agnaldo Barbosa Gonzaga (SESI-SP) - 800 m - 1.500 m
Vinícius Fernando Catai (IEMA/São Bernardo-SP) - 110 m c/barreiras
Caio de Almeida Teixeira (Centro Olímpico-SP) - 400 m c/barreiras
Adrian Henrique Vieira (SESI-SP) - distância
Reinaldo do Nascimento Rodrigues (Vasco da Gama- RJ) - distância
Luiz Maurício Dias (UFJF-MG) - dardo
Luís Fábio Rodrigues (CTPI-PI) - peso
Alan Christian de Falchi (IEMA/São Bernardo-SP) - disco

Feminino
Lorraine Martins (CT-DEO-RJ) - 100 m - 200 m
Maria Victória Sena (FCTE-SP) - 400 m 
Giovana Rosália dos Santos (FCTE-SP) - 400 m
Micaela Rosa de Mello (UCA-SC) - 100 m c/barreiras
Chayenne Pereira da Silva (EMFCA-RJ) - 400 m c/barreiras
Jessica Vitória Moreira (Águias Guariba-SP) - 400 m c/barreiras
Andriele Zander (ASA São Ludgero-SC) - distância
Lissandra Campos (Instituto Vicente Lenilson-MT) - distância
Deisiane Teixeira (FCTE-SP) - dardo

A Caixa é a patrocinadora do atletismo brasileiro.

Nubia alcança índice para o Mundial de Doha no salto triplo

A mineira terminou em quarto lugar na prova do Meeting Ibero-Americano de Huelva, na Espanha, que registrou a melhor marca do mundo de 2019, alcançada pela venezuelana Yulimar Rojas, com 15,06 m

Bragança Paulista - A mineira Nubia Aparecida Soares (Orcampi Unimed) obteve qualificação para o Mundial de Doha, no Catar, ao conseguir a marca de 14,28 m (1.7) no Meeting Ibero-Americano de Atletismo, disputado nesta quinta-feira (20/6), em Huelva, na Espanha. A brasileira terminou em quarto lugar na prova, com o melhor resultado de 2019.

Nubia está morando em Guadalajara, também na Espanha, onde treina com o técnico cubano Iván Pedroso, campeão olímpico e tetracampeão mundial no salto em distância.

A vencedora da prova foi a venezuelana Yulimar Rojas, campeã mundial em Londres 2017, que quebrou o recorde pessoal com 15,06 m (1.1), o melhor resultado de 2019. A cubana Liadagmis Povea ficou com a medalha de prata, com 14,45 m (0.5), seguida da espanhola Ana Peleteiro, com 14,33 m (0.7). Nubia, que já liderava o Ranking Brasileiro da prova, com 14,15 m (1.5), foi convocada para os Jogos Pan-Americanos de Lima.

No lançamento do disco, Andressa de Morais (Pinheiros) terminou em terceiro lugar, com 63,90 m, marca alcançada na terceira tentativa, e Fernanda Borges (IEMA), quarta colocada, com 62,01 m, ratificaram índices para o Mundial de Doha. As cubanas Denia Caballero e Yaimé Pérez ficaram com as medalhas de ouro e de prata, com 69,20 m e 67,27 m, respectivamente.

Já no salto em distância, o mato-grossense Eberson Matucari (Cantão Atletismo-MT) levou o bronze, com 7,56 m (0.5). O cubano Maykel Demetrio Masso foi o vencedor, com 7,83 m (0.6), seguido do chinês Zhang Yaoguang, com 7,78 (0,6).

No arremesso do peso feminino, Geisa Arcanjo terminou em sétimo lugar, com 16,47 m, marca obtida na sexta e última tentativa válida. O título ficou com a alemã Sara Gambetta, com 18,40 m.

Nos 400 m com barreiras, Mikael Antonio de Jesus terminou em sexto lugar, com 50.85.

Na 58ª edição do Ostrava Golden Spike, disputado nesta quinta-feira (20/6), em Ostrava, na República Tcheca, o brasileiro Augusto Dutra (Pinheiros-SP) ratificou os índices para o Pan-Americano de Lima e para o Mundial de Doha, no Catar, ao ficar em terceiro lugar na prova do salto com vara, com 5,71 m.

O campeão foi o norte-americano Sam Kendricks, o mais consistente atleta desta temporada na especialidade, com 5,93 m, seguido do polonês Piotr Lisek, com 5,71 m, medalha de prata.

A Caixa é a patrocinadora do atletismo brasileiro.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Com três núcleos, projeto Atletismo Esperança já atende 50 crianças em Campo Mourão

O Instituto de Atletismo de Campo Mourão (IACM) vem buscando descentralizar as atividades da modalidade e ofertar oportunidades para crianças e adolescentes em diferentes regiões da cidade.
Para isso, com a parceria da Fundação de Esportes, através da Lei Municipal de Incentivo ao Esporte, o IACM vem organizando núcleos de atletismo pela cidade, através do projeto Atletismo Esperança. Ao todo, já são três núcleos atuando.
Os núcleos estão sediados no CAIC, no Campus do Integrado e no estádio municipal Roberto Brzezinski, local de treinamento do grupo principal da equipe Unimed Atletismo Campo Mourão.
De acordo com o técnico da equipe, Paulo Cesar Costa, o projeto já atende 50 crianças: “O Atletismo tem essa preocupação e vocação de trabalhar e cuidar de crianças e adolescentes, principalmente aquelas com vulnerabilidade social. Agradecemos a todos pelo apoio ao nosso projeto, pois o atletismo é a esperança de muitas dessas crianças e adolescentes” disse.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Chayenne Pereira vai do futebol às barreiras no atletismo e sonha ir mais longe

A atleta de 19 anos, tricampeã brasileira sub-20 nos 400 m com barreiras e 3ª colocada no Ranking Mundial da categoria, tem o desafio do Sul-Americano no fim de semana (15 e 16/6), em Cáli, Colômbia

Bragança Paulista - A carioca Chayenne Pereira da Silva (EMFCA-RJ) é um dos destaques do Brasil no XLIII Campeonato Sul-Americano Sub-20 de Atletismo, que será em Cáli, na Colômbia, neste sábado e domingo (15 e 16/6). Chayenne compete nos 400 m com barreiras e pode integrar o revezamento 4x400 m do Brasil estimulada por ter sido eleita a melhor atleta do Brasileiro Caixa Sub-20, disputado no início de junho, em Bragança Paulista (SP). Venceu os 400 m com barreiras, com 56.72, ainda a 3ª melhor marca no Ranking Mundial da IAAF de 2019 na categoria. No Brasileiro, Chayenne ainda correu e levou o ouro com o revezamento 4x100 m da EMFCA, com 47.90.
Com 19 anos, alcançou o seu melhor resultado pessoal e quebrou o recorde do campeonato (era 57.27 e pertencia a Amanda Fontes Dias, desde 2003). Chayenne ainda ratificou índice para o Pan-Americano Sub-20 de San José, Costa Rica, de 19 a 21 de julho.
Uma história de apenas cinco anos no atletismo, mas que já permite sonhar com um futuro na seleção adulta, e com competir Mundiais e Olimpíadas. Chayenne Pereira começou a se interessar por esporte na Escola Municipal Ipeg, no bairro onde mora, o Jardim Palmares, em Paciência, no Rio de Janeiro. Mas gostava mesmo de futebol - corria muito e era atacante e não queria largar a bola. Torce pelo Flamengo, acompanha as seleções brasileiras e ainda mais agora a feminina - "Marta, Formiga, Cristiane... são muito craques!"
No atletismo fez salto em altura, lançamento do dardo e 3.000 m com obstáculos antes das corridas com barreiras em que se especializou. A decisão de mudar do futebol para o atletismo veio no meio de 2014, com um convite para um apronto e depois a disputa de um Brasileiro Sub-16. Ganhou a medalha de prata com o revezamento 4x75 m naquela competição, em São Paulo, e se empolgou. Na volta daquele Brasileiro passou a treinar com Marsele Mazzoleni Machado, sua "parceira" até hoje.
"Em 2015, numa pré-temporada na praia, ela esticou uma corda para a gente correr, passei fácil e comecei a treinar corridas com barreiras", conta. No Brasileiro daquele ano, em São Paulo, ainda mirim, foi prata nos 300 m com barreiras e ouro nos 80 m, vendo seus tempos baixarem.
Em 2016 foi segunda colocada nos 100 m e nos 400 m com barreiras no Brasileiro Sub-18 e ficou triste por não ir ao Sul-Americano (as vagas foram reservadas aos primeiros de cada prova). Mas veio 2017 e o índice para o Mundial de Nairóbi, no Quênia - foi 8ª colocada nos 400 m com barreiras, apesar de uma virose e uma gripe - chegou a perder 3 quilos -, e correu 1:02.17 na final, sua melhor marca.

No mesmo ano de 2017, foi campeã brasileira Sub-20 pela primeira vez, título repetido em 2018, com nova vaga para o Mundial Sub-20 de Tampere, na Finlândia. Chegou a semifinal dos 400 m com barreiras, com 59.19 (foi 18ª colocada), mas fez final e recorde sul-americano como integrante do revezamento 4x400 m do Brasil (3:34.55, 8º lugar).

Neste ano de 2019, veio o tricampeonato dos 400 m com barreiras no Brasileiro Caixa Sub-20 de Bragança Paulista, no dia 2 de junho, com uma marca especial - 56.72, seu melhor tempo, recorde do campeonato e 3ª melhor marca do mundo. "O nosso objetivo e o trabalho era para isso, baixar de 57. Não sabíamos se ia sair no Sul-Americano, no Pan-Americano, em que momento... No GP Brasil (28/4) corri 58.04, minha melhor marca. Lá, já era para ter saído, mas errei na virada (transição dos 200 m)."

Chayenne treina numa pista de 250 metros na Vila Olímpica, em Santa Cruz, e duas vezes por semana no CDA, no Campo dos Afonsos. Pela técnica Marsele diz que tem "gratidão total" e explica. "É uma parceria incrível, se ela não tivesse acreditado em mim eu não chegaria a lugar nenhum." Tem o apoio da terapeuta Fabiana Marques, com quem fez um trabalho psicológico para aprender a manter o foco e a concentração no que está fazendo na hora da corrida. "Não ficar avoada, pensando em outras coisas. A terapia me ajudou." E também tem o apoio e a torcida dos pais Marcos e Norma e do irmão Douglas. Fala com a família antes e depois das provas.
Fica feliz que o Brasil tenha bons resultados nas barreiras, com Gabriel Constantino, Eduardo de Deus e Alison Brendom que, assim como ela, é sub-20. "Nossa, que bom ver o Brasil aí..." E não esconde que sonha em estar e competir bem em uma Olimpíada. Pensava em Paris 2024, mas com os seus resultados recentes acha que pode sonhar com Tóquio 2020. "Tomara!"
A delegação brasileira embarcou para o Sul-Americano de Cáli na madrugada desta quinta-feira (13/6). A competição será aberta no sábado, com a disputa dos 10.000 m marcha atlética feminina, às 10 horas de Brasília (8 horas locais).

A Caixa é a patrocinadora oficial do atletismo brasileiro.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Seleção viaja para a disputa do Sul-Americano Sub-20 de Cáli

Com 47 atletas - 22 homens e 25 mulheres -, o Brasil segue para a Colômbia na madrugada desta quinta-feira para defender a hegemonia na competição

Bragança Paulista - A Seleção Brasileira Sub-20 viaja na madrugada desta quinta-feira (13/6) para a disputa do Campeonato Sul-Americano da categoria, em Cáli, na Colômbia. A equipe embarca com 47 atletas - 22 homens e 25 mulheres -, em busca da hegemonia na competição.
Lorraine Martins, inscrita nos 100, 200 e 4x100 m (Wagner Carmo/CBAt)
O primeiro grupo segue para Cáli, via Bogotá, pelo voo Avianca 248, que tem decolagem prevista para as 00:35, com 22 pessoas. A segunda parte da delegação, com 37 integrantes, parte às 6:55 pela Avianca 86, também via Bogotá.
"O Brasil está indo com uma equipe muito forte, tem tudo para brigar pelo título. Os atletas estão de olho no Pan-Americano de San José, na Costa Rica, e isso só forçará a equipe a ser melhor", comentou Alexandre Moratto, o treinador-chefe da equipe, referindo-se ao Pan Sub-20, marcado para o período de 19 a 21 de julho.

Genivaldo José Caixeta será o chefe da delegação, com Thiago Giro como delegado. O médico será André Luís Andrade, Ricardo Zacharias de Souza, o fisioterapeuta, e Thiago de Jesus Sales, o massoterapeuta.

A comissão técnica será formada por Alexandre Moratto (treinador-chefe e do Centro Olímpico), e os treinadores Darci Ferreira da Silva (SESI-SP), Inaldo Justino de Sena (FCTE-SP), Marcos Flademir Vieira (Sorriso-MT), Sivirino Souza Santos (Barra do Garças-MT), Marsele Mazzoleni (EMFCA-RJ) e Alberto Euclides Sousa Sobrinho (Associação de Atletismo-PI).
Na última edição do torneio, realizada em 2017, em Georgetown, na Guiana, o Brasil comemorou os títulos de campeão no masculino e no feminino e, por consequência, na classificação geral. A equipe levou o Troféu de campeão geral, com 287 pontos, seguido da Guiana, com 198, e da Colômbia, com 165.

No masculino, os brasileiros somaram 181 pontos, seguidos dos representantes da Guiana, com 103, e da Colômbia, com 82 pontos. Já as meninas totalizaram 106 pontos. Guiana também foi vice-campeã, com 95, e a Colômbia terminou em terceiro, com 83 pontos.
No quadro geral de medalhas, o Brasil conquistou 32, sendo 18 de ouro, 11 de prata e três de bronze. O Equador ganhou seis ouros, duas pratas e um bronze, enquanto a Colômbia garantiu cinco ouros, sete pratas e seis bronzes.

Os atletas que viajam:

Masculino

Erik Felipe Cardoso (SESI-SP) - 100 m - 200 m - 4x100 m
Lucas Rodrigues (Mangueira do Futuro-RJ) - 100 m - 4x100 m
Thiago Henrique Santos (Veteranos-BA) - 4x100 m
Lucas Conceição Vilar (SESI-SP) - 200 m - 4x100 m
Alison Brendom dos Santos (Pinheiros-SP) - 400 m
Douglas Hernandes Mendes (Balneário Camboriú-SC) - 400 m - 4x400 m
Bruno Benedito da Silva (Orcampi Unimed-SP) - 4x400 m
Fábio Henrique Lima (FCTE-SP) - 400 m c/barreiras e 4x400 m
Lucas Pinho Leite (Barra do Garças-MT) - 800 m - 1.500 m
Agnaldo Barbosa Gonzaga (SESI-SP) - 800 m - 1.500 m
Evandro da Luz Bandeira (Barra do Garças-MT) - 10.000m
Vinícius Fernando Catai (IEMA-São Bernardo-SP) - 110m c/barreiras
Adrian Henrique Vieira (SESI-SP) - 110 m c/barreiras e distância
Caio de Almeida Teixeira (Centro Olímpico-SP) - 400 m c/barreiras - 4x400 m
Leonardo Ferreira do Nascimento (ABDA-SP) - 3.000 m c/obstáculos
Elton Junio Petronilho (Pinheiros-SP) - altura
Flavio Barbosa de Farias (UCA-SC) - triplo
Luís Fabio Rodrigues (CT Piauí-PI) - peso - dardo
Alan Christian de Falchi (IEMA-São Bernardo-SP) - disco
Luiz Mauricio Dias (UFJF-MG) - disco - dardo
Jonathan da Silva (FAE Osasco-SP) - decatlo
Henrique Pereira Silva (APA Petrolina-PE) - decatlo

Feminino
Lorraine Martins (CT-DEO-RJ) - 100 m - 200 m - 4x100 m
Leticia Lima (UNIFOR-CE) - 100 m - 200 m - 4x100 m
Vida Aurora Caetano (Tornado-DF) - 4x100 m
Barbara Rodrigues da Cunha (APCEF-MG) - 4x100 m
Maria Victória de Sena (FCTE-SP) - 400 m - 4x400 m
Giovana Rosália dos Santos (FCTE-SP) - 400 m - 4x400 m
Isabelle Cristina de Almeida (Sorriso-MT) - 800 m - 1.500 m
Micaela Rosa de Mello (UCA-SC) - 100 m c/barreiras
Juliana Estevão Oliveira (Centro Olímpico-SP) - 100 c/barreiras - heptatlo
Jeovana Fernanda dos Santos (ABDA-SP) - 3.000 m c/obstáculos
Chayenne Pereira da Silva (EMFCA-RJ) - 400 m c/barreiras - 4x400 m
Jéssica Vitória Moreira (Águias Guariba-SP) - 400 m c/barreiras - 4x400 m
Arielly Kailayne Rodrigues (Rondonópolis-MT) - altura
Sophia Laura Salvi (Centro Olímpico-SP) - vara
Andriele Raiana Zander (ASA São Ludgero-SC) - distância
Lissandra Campos (Instituto Vicente Lenilson-MT) - distância
Nerisnelia dos Santos Sousa (Sorriso-MT) - triplo
Maria Vitória de Queiroz (Vasco-RJ) - triplo
Gleice Stefanie de Castro (SESI-SP) - peso
Rafaela Cristina da Silva (SESI-SP) - peso
Julia Alves Carvalho (APCEF-MG) - disco
Rafaela Cristine Sousa (Poços de Caldas-MG) - disco
Deisiane Teixeira (FCTE-SP) - dardo
Bruna Vieira de Jesus (ADAC-MS) - dardo
Paloma Dias Cardoso (Espéria-SP) - heptatlo

O Brasil participa do Sul-Americano com recursos do Programa de Apoio às Seleções Brasileiras da Caixa, a patrocinadora oficial do atletismo brasileiro.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Conselho Executivo muda nome da IAAF e aprova nova marca, assim como fez a CBAt

A exemplo da entidade dirigente do Brasil, que apresentou em março sua nova identidade visual, a Federação Internacional aprovou em sua 217ª reunião, realizada em Mônaco, no fim de semana, a troca de nome para World Athletics e novo visual

Bragança Paulista - A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) apresentou no dia 14 de março, em São Paulo, sua nova identidade visual como parte do projeto de reposicionamento da entidade no mercado esportivo brasileiro e perante a comunidade atlética - um movimento inovador nos 40 anos de existência da entidade, em um cenário que exige modernização, governança e transparência.
Na esteira do pioneirismo da modernização, a Associação Internacional das Federações de Atletismo foi inovadora, assim como a CBAt. O Conselho Executivo da IAAF aprovou em sua 217ª reunião, realizada em Mônaco, no final de semana, a troca de nome para World Athletics - Atletismo Mundial - e o novo visual.
"Agora criamos uma marca que pode ganhar vida no mundo digital, refletindo a natureza em mutação do esporte e ao mesmo tempo, trazendo os atletas em foco, os heróis do nosso esporte", disse o presidente da IAAF, Sebastian Coe.
"O nome IAAF tem mais de 100 anos e tem pouca compreensão ou relevância para as pessoas fora do atletismo", disse Jon Ridgeon, CEO da IAAF. "A nova identidade cria um símbolo que pode ficar sozinho ou trabalhar com parceiros e eventos."
A nova identidade da marca começará a vigorar em outubro após o Mundial de Atletismo de Doha 2019. O design do logotipo é composto por três elementos principais: o W do Mundo, que é também um símbolo dos braços de um atleta levantados em vitória o A do atletismo, que também representa o foco de um atleta enquanto se prepara para a estrada à frente e um arco para o mundo.

O novo nome, World Athletics, em consonância com a agenda de reestruturação e reforma da governança dos últimos quatro anos, reflete uma imagem moderna, mais criativa e positiva do atletismo, segundo o conceito. O Conselho concordou que a nova marca tornará o atletismo mais acessível a um público mais amplo. Esta nova marca permitirá que o corpo diretivo do Atletismo transmita com mais clareza a natureza de sua missão como a entidade governamental esportiva mais participativa do mundo.


Na CBAt, a logomarca da entidade, que usava a pista de atletismo como símbolo desde 2000, ganhou um novo formato, com linhas que fazem alusão ao cenário de competições, mas sem o uso das raias, mantendo a tradição com modernidade. As letras possuem ligação, mostrando a união entre comunidade e CBAt, entre atletas e fãs, entre mercado e atletismo. A marca pode ser usada nas cores verde, azul, amarelo etc, mas o verde é prioridade.
As inovações não são isoladas - integram o plano de reposicionamento da CBAt no mercado. "Muitas foram as motivações para o desenvolvimento do trabalho, como rejuvenescer a marca, aumentar o número de fãs do atletismo, se aproximar dos consumidores e clientes, ampliar atuação no mercado, diversificar receitas, viabilizar novos produtos e melhorar o portfólio de eventos e serviços da entidade", resume o presidente da CBAt Warlindo Carneiro da Silva Filho.
A Caixa é a patrocinadora oficial do atletismo brasileiro.

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