segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Camping de Atletismo reúne atletas, treinadores e dirigentes em Campo Mourão

Objetivo do evento é capacitar técnicos e atletas do município e convidados para que possam empregar novas técnicas em seus treinamentos e busquem melhores resultados

   Promovido pelo Município de Campo Mourão, através da FECAM, em parceria com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Federação de Atletismo do Paraná (FAP), Instituto de Atletismo de Campo Mourão (IACM), de 11 a 14 deste mês acontece um Camping de Atletismo em Campo Mourão. 
   Segundo o professor Paulinho, técnico da equipe mourãoense, serão 4 dias de evento com palestras e treinamentos práticos com profissionais de nível nacional e internacional integrantes da equipe multidisciplinar da CBAt e das principais equipes de Atletismo do país.
   O Camping tem por objetivo capacitar técnicos e atletas do município e convidados para que possam empregar novas técnicas em seus treinamentos e busquem melhores resultados.
   A abertura do Camping acontece na terça-feira, dia 12, a partir das 8 horas no Anfiteatro do Integrado. 
   Clique aqui para conferir a programação e se inscrever.

domingo, 9 de dezembro de 2018

Atletismo do Brasil conquista 21 medalhas no Sul-Americano Escolar

07|12|2018 - 12:11 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - O Brasil conquistou 21 medalhas - 5 de ouro, 8 de prata e 8 de bronze - no torneio de Atletismo dos Jogos Sul-Americanos Escolares, disputados na cidade de Arequipa, no Peru. As competições reservadas para a categoria de 12 a 14 anos do esporte-base foram realizadas em três dias e encerradas na quinta-feira (dia 6), no Colégio Militar Francisco Bolognesi e no Estádio Umacolloy. 
Fonte: CBAt

A equipe feminina foi a campeã da modalidade, com 13 medalhas (3, 5 e 5), enquanto a masculina terminou na terceira colocação, com 8 pódios (2 ouros, 3 pratas e 3 bronzes).

Três atletas voltam para o Brasil com duas medalhas em provas individuais: Nicole Braz Domene, prata nos 150 m e bronze nos 80 m Gabriela de Freitas Tardivo, bronze nos 800 e nos 2.000 m e Lucas Gabriel Antunes, bronze nos 80 e nos 150 m. 

MEDALHAS DO BRASIL

Ouro
Júlia Barbosa - lançamento do disco
Ana Clara Venâncio dos Santos - lançamento do martelo
Revezamento 5x80 m feminino
Thiago Ornelas dos Santos - 100 m com barreiras
Revezamento 5x80 m masculino

Prata
Suellen Vitoria de SantAnna - 80 m
Nicole Braz Domene - 150 m
Júlia Victoria Gonçalves - 80 m com barreiras 
Ana Julia Kalaf - arremesso do peso
Larissa da Silva Dutra - pentatlo
Enzo de Castro Barros - 80 m
Renan Correa Gallina - salto em altura
Matheus Aparecido de Barros - lançamento do disco

Bronze
Nicole Braz Domene - 80 m
Gabriela de Freitas Tardivo - 800 m
Gabriela de Freitas Tardivo - 2.000 m
Nathaly Pinto Midon - lançamento do martelo
Nayza Donanzan - pentatlo
Lucas Gabriel Antunes - 80 m
Lucas Gabriel Antunes - 150 m

Neto lança biografia de Alfredo Gomes

07|12|2018 - 11:42 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - O fundista Alfredo Gomes, nome de sucesso no Atletismo brasileiro na década de 1920, teve sua biografia lançada nesta quinta-feira dia 2, no Clube Espéria, um dos mais tradicionais da capital paulista.

Fonte: CBAt
O livro, que foi escrito pelo neto do corredor, AC Paula, tem o título: "ALFREDO GOMES - Vida, Vitórias e Conquistas". Ainda na capa, a linha fina esclarece: "A história do primeiro atleta negro brasileiro a disputar uma Olimpíada."

No caso, trata-se dos Jogos Olímpicos de 1924, realizado em Paris, na França, quando pela primeira vez o Atletismo nacional se fez representar - quatro anos antes, em Antuérpia, na Bélgica, o Brasil participou com atiradores, nadadores e remadores.

Na equipe do Atletismo em 1924, treinada por Alexander J. Hobart, norte-americano radicado em São Paulo, Alfredo Gomes disputou os 5.000 m e 10.000 m, além do cross country que à época fazia parte do programa olímpico.

Alfredo Gomes foi um dos grandes nomes do Atletismo de nosso País em seu tempo. Ele foi recordista nacional dos 5.000 m e ganhador da prova na primeira edição do Campeonato Brasileiro Interseleções, disputado em 1925, em São Paulo.

Provavelmente, porém, o feito mais lembrado de Alfredo Gomes talvez seja o título conquistado na corrida inaugural da São Silvestre, criada em 1925 e disputada no último dia do ano pelas ruas centrais de São Paulo.

Instituída pelo jornalista Cásper Líbero, então diretor do jornal "A Gazeta", a prova tornou-se uma das mais importantes do calendário internacional e nunca deixou de ser realizada, nem mesmo nos anos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

No lançamento da obra sobre o atleta, esteve presente o presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que lembrou ser Alfredo Gomes "um dos grandes nomes da fase de consolidação do Atletismo em nosso País".

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Brasil 2018: Paulo André brilha nas provas de velocidade

06|12|2018 - 12:25 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - Aos 20 anos, Paulo André Camilo de Oliveira, paulista radicado em Vila Velha (ES), mostrou grande evolução nas provas de velocidade, em especial os 100 m. Aliás, o crescimento técnico do atleta era esperado por seu treinador (e pai) Carlos Camilo, velocista que na década de 1980 serviu à Seleção Brasileira.

Paulo André defende o EC Pinheiros e ajudou sua equipe a conquistar o principal campeonato nacional, ao vencer com recorde da competição, os 100 m do Troféu Brasil Caixa de Atletismo, disputado em setembro no estádio do CNDA da CBAt na cidade de Bragança Paulista (SP).
Fonte: CBAt
Foi no dia 14 de setembro que Paulo André superou duas vezes seu recorde pessoal nos 100 m, melhorando também as marcas do Troféu Brasil: na preliminar marcou 10.03 (vento de 0.4 m/s) e na final venceu com 10.02 (-0.6). "É uma questão de tempo, mas o Paulo vai correr a prova em menos de 10 segundos", diz Carlos Camilo.

Em 2 de junho, em Madri, Paulo marcou 10.06 (0.2) e no dia 7 de novembro, em Maringá, ele fez 10.07 (1.8). Em 5 de julho, na cidade espanhola de Guadalajara, a marca foi 10.10 (0.2). Quando fez 10.06 ele igualou a segunda melhor marca brasileira da história, de André Domingos da Silva, de 1999.

Finalmente, ao fazer 10.03 e 10.02 em Bragança Paulista, isolou-se na vice-liderança do Ranking Permanente do Brasil, atrás apenas dos 10.00 de Robson Caetano da Silva, feita na Cidade do México em 1988 e ainda hoje recorde sul-americano. "O Brasil tem um grupo forte de atletas assumindo seu lugar na elite mundial e o Paulo André já é uma realidade", afirma o presidente da CBAt, Warlindo Carneiro da Silva Filho.

JORGE VIDES E DERICK SOUZA
Outros dois velocistas, ambos do Pinheiros, correram os 100 m em 10.10 ou menos. Jorge Vides fez 10.08 (0.3) na Arena Caixa em São Bernardo do Campo, em14 de julho. Depois, em 18 de agosto baixou seu recorde para 10.09 (0.5), em Bragança Paulista. E Derick Souza fez 10.10 (0.5) em 5 de julho também em Guadalajara.

Mais dois brasileiros - os dois da Orcampi Unimed - correram a distância em menos de 10.15. Foram eles Vitor Hugo dos Santos, com 10.12 (-0.7), obtido em Cochabamba, em 6 de junho, e Rodrigo da Nascimento, com 10.14 (1.0), em 20 de junho, em Braga (Portugal).

Vitor Hugo venceu ainda os 200 m em Cochabamba em 7 de junho com 20.21 (-0.5), enquanto Aldemir Gomes da Silva Junior (Pinheiros) fez 20.23 (0.7). A mesma marca obteve Derick Souza, que fez 20.23 com vento de 1.6 m/s, em Auburn, nos Estados Unidos em 21 de abril.

Nos 400 m, o primeiro do Brasil foi Lucas Carvalho (FECAM), com 45.55, tempo feito em Bragança, em 15 de setembro, quando venceu o Troféu Brasil.

O BRILHO DE VITÓRIA NO FEMININO
Atleta da Orcampi Unimed, Vitória Cristina Silva Rosa foi a principal atleta do Brasil nas provas feminina de velocidade. Vitória terminou a temporada como a número 1 do Brasil nos 100 m e 200 m.

Nos 100 m, ela fez 11.03 (0.3) no Meeting espanhol de Guadalajara, em 5 de julho. Nos 200 m, fez 22.73 (1.9) na preliminar do Troféu Brasil, em 15 de setembro. Vitória venceu os 100 m e 200 m no Troféu Brasil, no Campeonato Ibero-Americano de Trujillo e no Sul-Americano Sub-23 de Cuenca.

Vitória ainda foi convocada para integrar a equipe do revezamento 4x100 m para disputar a equipe das Américas na Copa Continental, disputada em setembro em Ostrava, na República Tcheca. E ganhou a medalha de ouro junto com as demais atletas do time, com 42.11.

Nos 400 m, domínio da experiente Geisa Coutinho, do Pinheiros, a primeira do Ranking Nacional com 52.17, marca com que venceu, mais uma vez, o Troféu Brasil.

REVEZAMENTOS
O melhor desempenho brasileiro nos revezamentos olímpicos em 2018 foi o obtido pela equipe masculina 4x100 m do EC Pinheiros, campeão do Troféu Brasil com 38.33, 10º lugar no Ranking Mundial. A disputa aconteceu em Bragança Paulista em 15 de setembro, na final do Troféu Brasil. O time teve esta formação: Gabriel Oliveira Constantino, Jorge Henrique Vides, Derick de Souza e Paulo André Camilo de Oliveira.

Já o 4x100 m da Seleção Brasileira, com Aldemir Gomes Junior no lugar de Derick Souza, marcou 38.78 para vencer o Campeonato Ibero-Americano em Trujillo, na Peru, em 25 de agosto.

Ainda entre os homens, no 4x400 m, destaque também para o Pinheiros, com 3:04.32, marca feita em 16 de setembro, último dia do Troféu Brasil. A equipe: Aldemir Gomes Junior, Hederson Estefani, Gabriel Constantino e Alison Brendom dos Santos.

No feminino, Orcampi Unimed foi a melhor do Brasil no 4x100 m, com 43.73, tempo feito em 15 de setembro. O quarteto foi formado por Vanusa dos Santos, Rayane Amaral dos Santos, Vitória Rosa e Ana Carolina Azevedo. No 4x400 m a liderança é da Seleção Brasileira Sub-20, com 3:34.55, tempo alcançado na final do Campeonato Mundial da categoria, no dia 15 de julho, na cidade de Tampere, na Finlândia.

Volta da Pampulha agita Belo Horizonte no domingo

06|12|2018 - 11:55 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - A 20ª Volta Internacional da Pampulha será disputada no próximo domingo (dia 9), em torno da Lagoa da Pampulha, importante ponto turístico de Belo Horizonte (MG). A prova de 18 km recebeu o Selo Ouro e o Permit 17/2018 da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).
Fonte: CBAt

A competição reunirá atletas de cinco países no pelotão de elite masculino e feminino: Brasil, Quênia, Tanzânia, Uganda e Argentina. O mineiro Giovani dos Santos venceu as últimas seis edições da prova masculina.

A Volta da Pampulha terá largada e chegada na Avenida Antônio Abrahão Caran com Avenida Coronel Oscar Paschoal ao lado do Estádio Mineirão. As largadas começam às 07:43, com os cadeirantes. Às 07:45, será dada a partida para a elite feminina e, às 08 horas, para a masculina e pelotão geral.

Todos os corredores inscritos deverão retirar o kit de participação e o chip de cronometragem nesta sexta-feira (7) das 08 às 20 horas, e no sábado (8) das 08 às 18 horas, no Estádio do Mineirão, na Avenida Antônio Abrahão Caran, 1001.

No ano passado, Giovani dos Santos venceu com o tempo de 53:44. Já no feminino, a queniana Leah Jerotich foi a campeã, com 1:02:46. Joziane Cardoso, com o terceiro lugar e 1:04:38, foi a brasileira mais bem colocada.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Caterine Ibarguen é eleita a Melhor do Mundo em 2018

05|12|2018 - 14:12 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - A colombiana Caterine Ibarguen foi premiada nesta terça-feira (dia 4) a melhor atleta do mundo de 2018, no feminino, pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), em festa realizada em Monte Carlo, Mônaco. O prêmio coroa uma temporada excepcional da atleta de 34 anos, uma das maiores estrelas da história do esporte sul-americano.
Fonte: CBAt
Bicampeã mundial e campeã olímpica do salto triplo, sua especialidade, este ano ela surpreendeu também com excelentes atuações no salto em distância. Caterine venceu as duas provas na Liga Diamante num espaço de 24 horas em dois países: Zurique, na Suíça, e Bruxelas, na Bélgica. A atleta repetiu a façanha na Copa Continental da IAAF, em Ostrava, na República Tcheca, representando a seleção das Américas.

Caterine terminou o ano como líder do Ranking Mundial da IAAF no salto triplo, com 14,96 m (0.1), marca obtida em julho, em Rabat, no Marrocos, e em 4º lugar no salto em distância, com 6,93 m (0.8), resultado alcançado em setembro em Ostrava (recorde colombiano).

No masculino, o vencedor foi o queniano Eliud Kipchoge, campeão olímpico no Rio 2016. Ele venceu a Maratona de Londres em abril, com 2:04:17, e cinco meses depois ganhou a Maratona de Berlim com 2:01:39 para quebrar o recorde mundial. Seu tempo na capital alemã foi 78 segundos mais rápido do que o recorde mundial anterior, do também queniano Dennis Kimetto.

Entre outros homenageados na cerimônia estava também presente o brasileiro Robson Caetano da Silva, desde 1988 recordista brasileiro dos 100 m e que, em 1989, foi campeão dos 200 m no Grand Prix, circuito que antecedeu a Liga Diamante.

IAAF anuncia decisões importantes em Mônaco

04|12|2018 - 15:32 | Assessoria de Imprensa da CBAt
São Paulo - A Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) anunciou nesta terça-feira (dia 4) decisões importantes de seu Conselho Executivo em Mônaco. A entidade definiu a sede do Campeonato Mundial de 2023, revelou o atual status da Federação Russa e apresentou uma nova oportunidade de marketing para Federações Nacionais.

Seguindo os novos processos de escolha, estabelecidos pela IAAF em fevereiro de 2017, Budapeste, na Hungria, foi anunciada como sede do Mundial de 2023. Os organizadores vão construir um novo estádio na margem leste do rio Danúbio no lado sul da cidade, com capacidade para 40 mil torcedores, que serão reduzidos para 15 mil para eventos futuros.

O presidente da IAAF, Sebastian Coe, mostrou-se confiante. "Estamos muito satisfeitos em conceder o Mundial para Budapeste e para a Hungria, um país de extraordinária tradição atlética e grande experiência na organização de eventos esportivos de nível mundial", comentou.

O Mundial de 2019 será em Doha, no Catar, e o de 2021, em Eugene, nos Estados Unidos.

O Conselho também considerou uma oferta da Austrália para receber o Campeonato Mundial de Cross Country de 2021, mas a decisão será anunciada posteriormente.

Quanto ao atletismo russo, o Conselho aceitou a recomendação do Grupo de Trabalho Independente, que estuda o escândalo de doping no país. A entidade exige o cumprimento de duas condições para a Rússia voltar a participar das competições internacionais da modalidade.

- A Unidade de Integridade do Atletismo (AIU na sigla em inglês) deve confirmar se recebeu todos os dados e teve acesso às amostras necessárias para determinar quais dos atletas russos no banco de dados do LIMS (laboratório de Moscou) têm casos a responder por violação das regras antidoping da IAAF. O Conselho da IAAF deixou claro que os atletas russos não podem retornar incondicionalmente à competição internacional até que a questão seja resolvida.

- A Federação Russa deve pagar todos os custos relacionados ao trabalho da Força Tarefa e em trazer ou defender casos russos na CAS. O Conselho da IAAF entende ser claro que essa dívida deve ser liquidada para que a reintegração ocorra. Não é justo pedir que a IAAF e seus membros continuem a arcar com esses custos. 

PATROCINADOR NACIONAL
O Conselho autorizou que as seleções nacionais, pela primeira vez, exibam o logotipo de um patrocinador no uniforme em Mundiais e já está liberado a partir do Campeonato Mundial de Atletismo da IAAF em Doha, em 2019.

As federações filiadas que desejarem aproveitar a oportunidade de marketing devem solicitar a aprovação do Conselho Diretivo da entidade, com uma ressalva: o mesmo patrocinador nacional não pode ter seu logotipo nos kits de mais de quatro Federações.

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