sábado, 22 de dezembro de 2018

21 de dezembro é dia de homenagear os atletas

21|12|2018 - 14:36 | Assessoria de Imprensa da CBAt


São Paulo - A maioria dos esportes no Brasil comemora em 21 de dezembro o Dia do Atleta. Nada mais justo que o meio esportivo comemorar esta data. Afinal, o atleta é o ator mais importante das competições, sejam elas de elite ou amadoras.
Fonte: CBAt
Treinadores, árbitros, clubes, patrocinadores, organizadores, todos precisam atuar para que um evento aconteça. O mais importante, porém, é o atleta, tanto nos esportes individuais como naqueles por equipe.

O Brasil tem bons exemplos nestas duas modalidades do Atletismo, com títulos olímpicos em saltos e corrida de pista. Equipes de revezamento também já subiram ao pódio dos Jogos. Se somarmos então os demais esportes a observação acima se potencializa. Temos seleções e times campeões mundiais, assim como atletas do mais alto nível.

No Atletismo há nomes como Adhemar Ferreira da Silva, Joaquim Cruz, Maurren Maggi e Thiago Braz. O futebol é pentacampeão mundial pela seleção e vários times do País ganharam títulos no Mundial de clubes. Além disso, o esporte deu ao mundo Pelé, o maior esportista da história. Ocorre o mesmo no basquete, vôlei, tênis, vela, judô, boxe e em outras modalidades.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

COB informa quanto cada confederação receberá da Lei Agnelo-Piva

29|12|2018 - 13:35 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - O Comitê Olímpico do Brasil (COB) distribuiu nota nesta quarta-feira (dia 19) informando os valores que serão repassados, em 2019, às confederações dirigentes, referente à Lei Agnelo/Piva. A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) será a terceira a receber maior volume de recursos (R$ 5.368.072,74), entre as 34 entidades beneficiadas.

O desempenho dos esportes no plano internacional foi um dos itens de análise. Aí o Atletismo teve o que apresentar, como a medalha de prata conquistada por Almir Junior no salto triplo do Mundial Indoor de Birmigham, o ouro de Darlan Romani no arremesso do peso na Copa Continental, a prata de Andressa de Morais no lançamento do disco na final da Liga Diamante.
Fonte: CBAt

Almir, Darlan e Andressa, por sinal, estão entre os top 10 do mundo em suas provas. Almir é o número 3, Darlan é o quinto e Andressa, a sétima. Ainda no Ranking Mundial o Brasil tem Nubia Soares em terceiro no triplo feminino, Fernanda Borges em oitavo no lançamento do disco e Gabriel Constantino na mesma posição nos 110 m com barreiras.

Além disso, a Seleção Nacional conquistou no Peru o décimo título na história do Campeonato Ibero-Americano, evento que reúne atletas da Europa, América Latina e África. O Brasil ainda manteve sua hegemonia nas competições sul-americanas e a CBAt organizou um forte calendário de competições, com destaque para o Grande Prêmio Brasil Caixa de Atletismo e o Troféu Brasil.

"Tivemos um ano tecnicamente muito bom", comemora o presidente da CBAt, Warlindo Carneiro da Silva Filho. "Admito que tivemos de superar algumas dificuldades administrativas, mas conseguimos dar uma linha segura para a CBAt, fato reconhecido pelos que fazem o esporte no País", prosseguiu o dirigente.

Para ele, "a boa colocação da CBAt entre as confederações que receberão recursos da Lei Agnelo/Piva em 2019, está a boa avaliação que tivemos". A seu ver, "o terceiro lugar no Prêmio Sou do Esporte, e a nota de 8,68 do grupo de análise de Gestão, Ética e Transparência (GET) do COB foram outros itens importantes que alavancaram a posição da CBAt".

"Isso nos dá tranquilidade para trabalhar em pensar nas ações que pretendemos executar em 2019 (ano do Campeonato Mundial e dos Jogos Pan-Americanos) e 2020 (ano da próxima Olimpíada)", finaliza o dirigente.

Brasileiros em competições mundiais em 2018

20|12|2018 - 11:36 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) levou o Brasil a disputar todos os campeonatos internacionais realizados na temporada pelas entidades oficiais do esporte: IAAF, AIA e CONSUDATLE. Além de participar também de eventos poliesportivos, com equipes de Atletismo integrando delegações formadas pelo COB.
Fonte: CBAt

O torneio mais importante de 2018 foi o Mundial Indoor, realizado pela segunda vez na cidade britânica de Birmingham. A primeira vez foi em 2003, quando Maurren Maggi ganhou bronze no salto em distância.

Desta vez, o mato-grossense Almir Cunha dos Santos, o Almir Junior, foi o destaque do País ao conquistar a medalha de prata no salto triplo no dia 3 de março, com 17,41 m. Foi a 16ª medalha do País na história dos Mundiais em Pista Coberta.

No Mundial Indoor de Birmingham, o Brasil teve uma equipe de sete atletas, todos com os índices exigidos pela IAAF. Outros bons resultados foram alcançados por Darlan Romani, quarto colocado no arremesso do peso, com 21,37 m (recorde sul-americano em pista coberta), e por Gabriel Oliveira Constantino, sexto nos 60 m com barreiras, com 7.71 (fez 7.61 na semifinal).

MUNDIAL SUB-20
O Brasil conquistou duas medalhas no Mundial Sub-20, outra competição do calendário da IAAF, disputado de 10 a 15 de julho, na cidade de Tampere, na Finlândia. Mirieli Estaili Santos conquistou a medalha de prata do salto triplo, com 13,81 m (1.5), enquanto Alison Brendom dos Santos ganhou bronze nos 400 m com barreiras, com 49.78 (recorde pessoal).

Com os resultados obtidos em Tampere, Mirieli e Alison terminam a temporada 2018 na quarta colocação no Ranking Mundial Sub-20.

O Brasil teve uma delegação com 20 atletas - sete homens e 13 mulheres. Além da prata de Mirieli e do bronze de Alison Santos, outros finalistas foram: Pedro Henrique Rodrigues, 5º no lançamento do dardo Lorraine Martins, 6ª e 7ª nos 100 e nos 200 m, respetivamente 8ª no revezamento 4x400 m (com Marlene Santos, Tiffani Marinho, Chayanne da Silva e Letícia Lima) Valquiria Meurer, 9ª no lançamento do disco e Fabielle Samira Ferreira, 10ª no lançamento do dardo.

MUNDIAL DE MARCHA ATLÉTICA
A pernambucana Erica Rocha de Sena ficou em quarto lugar no Mundial de Marcha Atlética, realizado nos dias 5 e 6 de maio, na cidade de Taicang, na China, com 1:28:11.

Na oportunidade, ela recebeu a medalha de bronze do Mundial de Roma 2016, quando havia terminado em quarto lugar, mas herdou o terceiro lugar com a desqualificação da chinesa Hong Liu, que terminara em primeiro, mas que depois foi desqualificada por doping.

Erica foi, ainda, a vice-campeã do Circuito Mundial de Marcha, organizado pela IAAF.

JOGOS DA JUVENTUDE
Nos Jogos da Juventude disputados em Buenos Aires, dois atletas brasileiros na categoria sub-20 deram medalhas ao País: Lucas Conceição Vilar e Letícia Maria Lima, que levaram o bronze nos 200 m, masculino e feminino.

Corrida de Reis ganha o Permit número 1 para 2019

19|12|2018 - 15:39 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt
São Paulo - Uma das mais importantes provas pedestres do Brasil terá a sua 35ª edição realizada no próximo dia 6 de janeiro, em Cuiabá (MT). Trata-se da Corrida de Reis, de 10 km, principal evento do pedestrianismo do Centro-Oeste do País.

Além da qualidade técnica do evento, organizado pela TV Centro América, mais uma vez a corrida foi a primeira receber o Permit da CBAt para a temporada. Em Nota Oficial, distribuída nesta quarta-feira (dia 19), a Confederação informa ter concedido ao evento o Selo Ouro e o Permit nº 1 de 2019.

Na prova de 2018 o domínio foi dos quenianos, com vitória de Edwin Kipsang no masculino e Paskalia Chepkorir, no feminino. Os melhores do Brasil terminaram na quarta posição: Giovani dos Santos entre os homens e Jessica Suzan Rodrigues dos Santos, entre os homens.

Na mesma nota, a CBAt confirmou que este ano Corrida de São Silvestre terá o Selo Ouro e o Permit 18. A prova, do próximo dia 31, disputadas pelas avenidas centrais de São Paulo, terá distância de 15 km.

domingo, 16 de dezembro de 2018

COB lança Hall da Fama no Prêmio Brasil Olímpico

13|12|2018 - 17:32 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - O Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciou nesta quinta-feira (dia 13) que lançará o seu Hall da Fama durante a cerimônia de entrega do Prêmio Brasil Olímpico, no próximo dia 18. Os primeiros atletas que primeiro deixarão suas marcas eternizadas serão Torben Grael (vela), Sandra Pires/Jackie Silva (vôlei de praia) e Vanderlei Cordeiro de Lima (Atletismo).
Fonte: CBAt

Torben conquistou cinco medalhas olímpicas. Sandra/Jackie foram as primeiras brasileiras ganharem a medalha de ouro numa edição dos Jogos, em Atlanta 1996. Em evento individual a primeira campeão foi Maurren Maggi, ouro no salto em distância em Pequim 208.

Vanderlei, bronze na maratona nos Jogos de Atenas 2004, liderava a prova à altura do km 37, quando foi agredido por um manifestante.

Embora ultrapassado pelo italiano Stefano Baldini (1º) e pelo sul-africano naturalizado norte-americano Meg Keflezighi (2º), Vanderlei voltou à disputa e terminou em terceiro lugar. Em reconhecimento à atitude do atleta, o COI concedeu ao brasileiro a Medalha Pierre de Coubertin, de distribuição exclusivíssima.

Único brasileiro a receber a medalha Pierre de Coubertin, Vanderlei será homenageado no Prêmio Brasil Olímpico, que será realizado no Teatro Bradesco, no Rio de Janeiro, a partir das 18:30 do próximo dia 18.

"Fico muito feliz em fazer parte do Hall da Fama. É um reconhecimento muito grande por parte do COB. Poder fazer parte desse seleto grupo me deixa muito feliz. Tenho que agradecer a Deus e ao esporte", disse Vanderlei Cordeiro de Lima.

2018: os melhores do Brasil no meio-fundo, fundo e corridas de rua


São Paulo - Bons resultados alcançaram os atletas brasileiros nas provas de meio-fundo e fundo em pista, e nas corridas de rua. Tiago do Rosário André, Altobeli Santos da Silva e Daniel Chaves da Silva foram alguns dos destaques entre os homens. No feminino, obtiveram boas marcas Tatiele Roberta de Carvalho, Tatiane Raquel da Silva e Valdilene dos Santos Silva.
Fonte: CBAt

Thiago André confirmou sua liderança nas distâncias clássicas do meio-fundo (800 m e 1.500 m). Novamente competiu em eventos no exterior, o que possibilitou que obtivesse bons tempos. Altobeli Santos da Silva venceu três provas no Troféu Brasil: 1.500 m, 5.000 m e 3.000 m com obstáculos. Foi o primeiro do Ranking Nacional dos 5.000 m e dos 3.000 m com obstáculos. Daniel Chaves ficou entre os 20 primeiros na Maratona de Valência, na Espanha, e assumiu a liderança do Ranking Brasileiro.

No feminino, Tatiele Roberta de Carvalho foi a número 1 nos 5.000 m, nos 10.000 m e na meia maratona. Tatiane Raquel da Silva foi a primeira nos 3.000 m com obstáculos. Na maratona, boa marca de Valdilene dos Santos Silva. (Ver abaixo.)

MASCULINO
Pista
800 m. Thiago André (Orcampi/Unimed): 1:45.10 / Hengelo (NED), 03/05
1.500 m. Thiago André (Orcampi Unimed): 3:35.40 / Shanghai (CHN), 12/05
5.000 m. Altobeli Santos da Silva (Pinheiros): 13:25.85 / Stanford (USA), 03/05
10.000 m. Ederson Vilela Pereira (Pinheiros): 29:09.02 / Bragança Paulista (SP), 14/09
3.000 m com obstáculos. Altobeli Santos da Silva (Pinheiros): 8:20.04 / Solletuna (SWE), 28/06

Corrida
10 km. Giovani dos Santos (Pé de Vento): 30:06 / Rio de Janeiro (RJ), 20/01
15 km. Wellington Bezerra da Silva (Cruzeiro): 46:24 / Berlim (GER), 16/09
Meia Maratona. Ederson Vilela Pereira (Pinheiros): 1:03:47 / Berlim (GER), 16/09
Maratona: Daniel Chaves da Silva (*): 2:13:16 / Valência (ESP), 02/12

FEMININO
Pista
800 m. July Ferreira da Silva (Orcampi Unimed): 2:05.00 / Bragança Paulista (SP), 15/09
1.500 m. July Ferreira da Silva (Orcampi Unimed): 4:22.62 / Bragança Paulista (SP), 16/09
5.000 m. Tatiele Roberta de Carvalho (Pinheiros): 15:58.06 / Torrance (USA), 20/04
10.000 m. Tatiele Roberta de Carvalho (Pinheiros): 33:16.17 / Palo Alto (USA), 03/05
3.000 m com obstáculos. Tatiane Raquel da Silva (Orcampi Unimed): 9:48.40 / Trujillo (PER), 26/08

Corrida
10 km. Franciane dos Santos (IFAM): 33:42 / Santos (SP), 20/05
15 km. Valdilene dos Santos Silva: 54:01 / Frankfurt (GER), 28/10
15 km. Andrea Aparecida Hessel: 54:01 / Frankfurt (GER), 28/10
Meia Maratona. Tatiele Roberta de Carvalho (Pinheiros): 1:13:30 / Buenos Aires (ARG), 26/08
Maratona. Valdilene dos Santos Silva (Pinheiros): 2:32:01 / Frankfurt (GER), 28/10

(*) Registrado pela ASA, atleta competirá pela CORRER BEM em 2019, segundo o treinador Jorge Luis da Silva.

NOTA: marcas constantes do Ranking da CBAt, combinado com o Ranking da IAAF.

sábado, 15 de dezembro de 2018

Campo Mourão movimentada com Camping de Atletismo promovido pela Fecam

publicado em: 13/12/2018 - 10:52h
Evento é realizado em conjunto com a Confederação Brasileira de Atletismo e Federação Paranaense
Campo Mourão está sediando durante esta semana o 2º Camping de Atletismo, promovido pela Prefeitura de Campo Mourão, por meio da Fundação de Esportes (Fecam), junto com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT) e Federação de Atletismo do Paraná (FAP). O evento segue até sexta-feira. A abertura foi na terça-feira, pela manhã, no Auditório do Centro Universitário Integrado. Durante estes quatro dias, palestras e treinamentos práticos com profissionais de nível nacional e internacional; e integrantes da equipe multidisciplinar da CBAT e das principais equipes de auto nível do país. O objetivo é capacitar técnicos e atletas da cidade e convidados de outras cidades para que possam empregar novas técnicas em seus treinamentos e busquem melhores resultados.
   Se fazem presentes na cidade, durante este evento, o medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima (foto), Clodoaldo do Carmo (Associação Desportiva Atletismo Brasil), Carlos Alberto Lancetta e Lázaro Velásques (nomes importantes do esporte brasileiro) e Wagner José Alberto, conhecido por “Montanha” que é um dos melhores lançadores do martelo do mundo. Presentes no evento, o Secretário Especial do Esporte, Recreação e Lazer do Município, Marcelo de Oliveira Lima; e o técnico da equipe de atletismo, Paulo Cesar da Costa, foram unânimes em falar da importância do evento para a cidade e o atletismo local.
   “É a oportunidade do intercâmbio, da troca de informações, do fortalecimento da modalidade por meio da presença de nomes tão importantes da modalidade, e os profissionais que vieram até aqui abordando questões pertinentes ao esporte, sem dúvida alguma, só vem agregar valor”, afirma Marcelo.  

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Camping de Atletismo reúne atletas, treinadores e dirigentes em Campo Mourão

Objetivo do evento é capacitar técnicos e atletas do município e convidados para que possam empregar novas técnicas em seus treinamentos e busquem melhores resultados

   Promovido pelo Município de Campo Mourão, através da FECAM, em parceria com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Federação de Atletismo do Paraná (FAP), Instituto de Atletismo de Campo Mourão (IACM), de 11 a 14 deste mês acontece um Camping de Atletismo em Campo Mourão. 
   Segundo o professor Paulinho, técnico da equipe mourãoense, serão 4 dias de evento com palestras e treinamentos práticos com profissionais de nível nacional e internacional integrantes da equipe multidisciplinar da CBAt e das principais equipes de Atletismo do país.
   O Camping tem por objetivo capacitar técnicos e atletas do município e convidados para que possam empregar novas técnicas em seus treinamentos e busquem melhores resultados.
   A abertura do Camping acontece na terça-feira, dia 12, a partir das 8 horas no Anfiteatro do Integrado. 
   Clique aqui para conferir a programação e se inscrever.

domingo, 9 de dezembro de 2018

Atletismo do Brasil conquista 21 medalhas no Sul-Americano Escolar

07|12|2018 - 12:11 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - O Brasil conquistou 21 medalhas - 5 de ouro, 8 de prata e 8 de bronze - no torneio de Atletismo dos Jogos Sul-Americanos Escolares, disputados na cidade de Arequipa, no Peru. As competições reservadas para a categoria de 12 a 14 anos do esporte-base foram realizadas em três dias e encerradas na quinta-feira (dia 6), no Colégio Militar Francisco Bolognesi e no Estádio Umacolloy. 
Fonte: CBAt

A equipe feminina foi a campeã da modalidade, com 13 medalhas (3, 5 e 5), enquanto a masculina terminou na terceira colocação, com 8 pódios (2 ouros, 3 pratas e 3 bronzes).

Três atletas voltam para o Brasil com duas medalhas em provas individuais: Nicole Braz Domene, prata nos 150 m e bronze nos 80 m Gabriela de Freitas Tardivo, bronze nos 800 e nos 2.000 m e Lucas Gabriel Antunes, bronze nos 80 e nos 150 m. 

MEDALHAS DO BRASIL

Ouro
Júlia Barbosa - lançamento do disco
Ana Clara Venâncio dos Santos - lançamento do martelo
Revezamento 5x80 m feminino
Thiago Ornelas dos Santos - 100 m com barreiras
Revezamento 5x80 m masculino

Prata
Suellen Vitoria de SantAnna - 80 m
Nicole Braz Domene - 150 m
Júlia Victoria Gonçalves - 80 m com barreiras 
Ana Julia Kalaf - arremesso do peso
Larissa da Silva Dutra - pentatlo
Enzo de Castro Barros - 80 m
Renan Correa Gallina - salto em altura
Matheus Aparecido de Barros - lançamento do disco

Bronze
Nicole Braz Domene - 80 m
Gabriela de Freitas Tardivo - 800 m
Gabriela de Freitas Tardivo - 2.000 m
Nathaly Pinto Midon - lançamento do martelo
Nayza Donanzan - pentatlo
Lucas Gabriel Antunes - 80 m
Lucas Gabriel Antunes - 150 m

Neto lança biografia de Alfredo Gomes

07|12|2018 - 11:42 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - O fundista Alfredo Gomes, nome de sucesso no Atletismo brasileiro na década de 1920, teve sua biografia lançada nesta quinta-feira dia 2, no Clube Espéria, um dos mais tradicionais da capital paulista.

Fonte: CBAt
O livro, que foi escrito pelo neto do corredor, AC Paula, tem o título: "ALFREDO GOMES - Vida, Vitórias e Conquistas". Ainda na capa, a linha fina esclarece: "A história do primeiro atleta negro brasileiro a disputar uma Olimpíada."

No caso, trata-se dos Jogos Olímpicos de 1924, realizado em Paris, na França, quando pela primeira vez o Atletismo nacional se fez representar - quatro anos antes, em Antuérpia, na Bélgica, o Brasil participou com atiradores, nadadores e remadores.

Na equipe do Atletismo em 1924, treinada por Alexander J. Hobart, norte-americano radicado em São Paulo, Alfredo Gomes disputou os 5.000 m e 10.000 m, além do cross country que à época fazia parte do programa olímpico.

Alfredo Gomes foi um dos grandes nomes do Atletismo de nosso País em seu tempo. Ele foi recordista nacional dos 5.000 m e ganhador da prova na primeira edição do Campeonato Brasileiro Interseleções, disputado em 1925, em São Paulo.

Provavelmente, porém, o feito mais lembrado de Alfredo Gomes talvez seja o título conquistado na corrida inaugural da São Silvestre, criada em 1925 e disputada no último dia do ano pelas ruas centrais de São Paulo.

Instituída pelo jornalista Cásper Líbero, então diretor do jornal "A Gazeta", a prova tornou-se uma das mais importantes do calendário internacional e nunca deixou de ser realizada, nem mesmo nos anos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

No lançamento da obra sobre o atleta, esteve presente o presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que lembrou ser Alfredo Gomes "um dos grandes nomes da fase de consolidação do Atletismo em nosso País".

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Brasil 2018: Paulo André brilha nas provas de velocidade

06|12|2018 - 12:25 | Da Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - Aos 20 anos, Paulo André Camilo de Oliveira, paulista radicado em Vila Velha (ES), mostrou grande evolução nas provas de velocidade, em especial os 100 m. Aliás, o crescimento técnico do atleta era esperado por seu treinador (e pai) Carlos Camilo, velocista que na década de 1980 serviu à Seleção Brasileira.

Paulo André defende o EC Pinheiros e ajudou sua equipe a conquistar o principal campeonato nacional, ao vencer com recorde da competição, os 100 m do Troféu Brasil Caixa de Atletismo, disputado em setembro no estádio do CNDA da CBAt na cidade de Bragança Paulista (SP).
Fonte: CBAt
Foi no dia 14 de setembro que Paulo André superou duas vezes seu recorde pessoal nos 100 m, melhorando também as marcas do Troféu Brasil: na preliminar marcou 10.03 (vento de 0.4 m/s) e na final venceu com 10.02 (-0.6). "É uma questão de tempo, mas o Paulo vai correr a prova em menos de 10 segundos", diz Carlos Camilo.

Em 2 de junho, em Madri, Paulo marcou 10.06 (0.2) e no dia 7 de novembro, em Maringá, ele fez 10.07 (1.8). Em 5 de julho, na cidade espanhola de Guadalajara, a marca foi 10.10 (0.2). Quando fez 10.06 ele igualou a segunda melhor marca brasileira da história, de André Domingos da Silva, de 1999.

Finalmente, ao fazer 10.03 e 10.02 em Bragança Paulista, isolou-se na vice-liderança do Ranking Permanente do Brasil, atrás apenas dos 10.00 de Robson Caetano da Silva, feita na Cidade do México em 1988 e ainda hoje recorde sul-americano. "O Brasil tem um grupo forte de atletas assumindo seu lugar na elite mundial e o Paulo André já é uma realidade", afirma o presidente da CBAt, Warlindo Carneiro da Silva Filho.

JORGE VIDES E DERICK SOUZA
Outros dois velocistas, ambos do Pinheiros, correram os 100 m em 10.10 ou menos. Jorge Vides fez 10.08 (0.3) na Arena Caixa em São Bernardo do Campo, em14 de julho. Depois, em 18 de agosto baixou seu recorde para 10.09 (0.5), em Bragança Paulista. E Derick Souza fez 10.10 (0.5) em 5 de julho também em Guadalajara.

Mais dois brasileiros - os dois da Orcampi Unimed - correram a distância em menos de 10.15. Foram eles Vitor Hugo dos Santos, com 10.12 (-0.7), obtido em Cochabamba, em 6 de junho, e Rodrigo da Nascimento, com 10.14 (1.0), em 20 de junho, em Braga (Portugal).

Vitor Hugo venceu ainda os 200 m em Cochabamba em 7 de junho com 20.21 (-0.5), enquanto Aldemir Gomes da Silva Junior (Pinheiros) fez 20.23 (0.7). A mesma marca obteve Derick Souza, que fez 20.23 com vento de 1.6 m/s, em Auburn, nos Estados Unidos em 21 de abril.

Nos 400 m, o primeiro do Brasil foi Lucas Carvalho (FECAM), com 45.55, tempo feito em Bragança, em 15 de setembro, quando venceu o Troféu Brasil.

O BRILHO DE VITÓRIA NO FEMININO
Atleta da Orcampi Unimed, Vitória Cristina Silva Rosa foi a principal atleta do Brasil nas provas feminina de velocidade. Vitória terminou a temporada como a número 1 do Brasil nos 100 m e 200 m.

Nos 100 m, ela fez 11.03 (0.3) no Meeting espanhol de Guadalajara, em 5 de julho. Nos 200 m, fez 22.73 (1.9) na preliminar do Troféu Brasil, em 15 de setembro. Vitória venceu os 100 m e 200 m no Troféu Brasil, no Campeonato Ibero-Americano de Trujillo e no Sul-Americano Sub-23 de Cuenca.

Vitória ainda foi convocada para integrar a equipe do revezamento 4x100 m para disputar a equipe das Américas na Copa Continental, disputada em setembro em Ostrava, na República Tcheca. E ganhou a medalha de ouro junto com as demais atletas do time, com 42.11.

Nos 400 m, domínio da experiente Geisa Coutinho, do Pinheiros, a primeira do Ranking Nacional com 52.17, marca com que venceu, mais uma vez, o Troféu Brasil.

REVEZAMENTOS
O melhor desempenho brasileiro nos revezamentos olímpicos em 2018 foi o obtido pela equipe masculina 4x100 m do EC Pinheiros, campeão do Troféu Brasil com 38.33, 10º lugar no Ranking Mundial. A disputa aconteceu em Bragança Paulista em 15 de setembro, na final do Troféu Brasil. O time teve esta formação: Gabriel Oliveira Constantino, Jorge Henrique Vides, Derick de Souza e Paulo André Camilo de Oliveira.

Já o 4x100 m da Seleção Brasileira, com Aldemir Gomes Junior no lugar de Derick Souza, marcou 38.78 para vencer o Campeonato Ibero-Americano em Trujillo, na Peru, em 25 de agosto.

Ainda entre os homens, no 4x400 m, destaque também para o Pinheiros, com 3:04.32, marca feita em 16 de setembro, último dia do Troféu Brasil. A equipe: Aldemir Gomes Junior, Hederson Estefani, Gabriel Constantino e Alison Brendom dos Santos.

No feminino, Orcampi Unimed foi a melhor do Brasil no 4x100 m, com 43.73, tempo feito em 15 de setembro. O quarteto foi formado por Vanusa dos Santos, Rayane Amaral dos Santos, Vitória Rosa e Ana Carolina Azevedo. No 4x400 m a liderança é da Seleção Brasileira Sub-20, com 3:34.55, tempo alcançado na final do Campeonato Mundial da categoria, no dia 15 de julho, na cidade de Tampere, na Finlândia.

Volta da Pampulha agita Belo Horizonte no domingo

06|12|2018 - 11:55 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - A 20ª Volta Internacional da Pampulha será disputada no próximo domingo (dia 9), em torno da Lagoa da Pampulha, importante ponto turístico de Belo Horizonte (MG). A prova de 18 km recebeu o Selo Ouro e o Permit 17/2018 da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).
Fonte: CBAt

A competição reunirá atletas de cinco países no pelotão de elite masculino e feminino: Brasil, Quênia, Tanzânia, Uganda e Argentina. O mineiro Giovani dos Santos venceu as últimas seis edições da prova masculina.

A Volta da Pampulha terá largada e chegada na Avenida Antônio Abrahão Caran com Avenida Coronel Oscar Paschoal ao lado do Estádio Mineirão. As largadas começam às 07:43, com os cadeirantes. Às 07:45, será dada a partida para a elite feminina e, às 08 horas, para a masculina e pelotão geral.

Todos os corredores inscritos deverão retirar o kit de participação e o chip de cronometragem nesta sexta-feira (7) das 08 às 20 horas, e no sábado (8) das 08 às 18 horas, no Estádio do Mineirão, na Avenida Antônio Abrahão Caran, 1001.

No ano passado, Giovani dos Santos venceu com o tempo de 53:44. Já no feminino, a queniana Leah Jerotich foi a campeã, com 1:02:46. Joziane Cardoso, com o terceiro lugar e 1:04:38, foi a brasileira mais bem colocada.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Caterine Ibarguen é eleita a Melhor do Mundo em 2018

05|12|2018 - 14:12 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - A colombiana Caterine Ibarguen foi premiada nesta terça-feira (dia 4) a melhor atleta do mundo de 2018, no feminino, pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), em festa realizada em Monte Carlo, Mônaco. O prêmio coroa uma temporada excepcional da atleta de 34 anos, uma das maiores estrelas da história do esporte sul-americano.
Fonte: CBAt
Bicampeã mundial e campeã olímpica do salto triplo, sua especialidade, este ano ela surpreendeu também com excelentes atuações no salto em distância. Caterine venceu as duas provas na Liga Diamante num espaço de 24 horas em dois países: Zurique, na Suíça, e Bruxelas, na Bélgica. A atleta repetiu a façanha na Copa Continental da IAAF, em Ostrava, na República Tcheca, representando a seleção das Américas.

Caterine terminou o ano como líder do Ranking Mundial da IAAF no salto triplo, com 14,96 m (0.1), marca obtida em julho, em Rabat, no Marrocos, e em 4º lugar no salto em distância, com 6,93 m (0.8), resultado alcançado em setembro em Ostrava (recorde colombiano).

No masculino, o vencedor foi o queniano Eliud Kipchoge, campeão olímpico no Rio 2016. Ele venceu a Maratona de Londres em abril, com 2:04:17, e cinco meses depois ganhou a Maratona de Berlim com 2:01:39 para quebrar o recorde mundial. Seu tempo na capital alemã foi 78 segundos mais rápido do que o recorde mundial anterior, do também queniano Dennis Kimetto.

Entre outros homenageados na cerimônia estava também presente o brasileiro Robson Caetano da Silva, desde 1988 recordista brasileiro dos 100 m e que, em 1989, foi campeão dos 200 m no Grand Prix, circuito que antecedeu a Liga Diamante.

IAAF anuncia decisões importantes em Mônaco

04|12|2018 - 15:32 | Assessoria de Imprensa da CBAt
São Paulo - A Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) anunciou nesta terça-feira (dia 4) decisões importantes de seu Conselho Executivo em Mônaco. A entidade definiu a sede do Campeonato Mundial de 2023, revelou o atual status da Federação Russa e apresentou uma nova oportunidade de marketing para Federações Nacionais.

Seguindo os novos processos de escolha, estabelecidos pela IAAF em fevereiro de 2017, Budapeste, na Hungria, foi anunciada como sede do Mundial de 2023. Os organizadores vão construir um novo estádio na margem leste do rio Danúbio no lado sul da cidade, com capacidade para 40 mil torcedores, que serão reduzidos para 15 mil para eventos futuros.

O presidente da IAAF, Sebastian Coe, mostrou-se confiante. "Estamos muito satisfeitos em conceder o Mundial para Budapeste e para a Hungria, um país de extraordinária tradição atlética e grande experiência na organização de eventos esportivos de nível mundial", comentou.

O Mundial de 2019 será em Doha, no Catar, e o de 2021, em Eugene, nos Estados Unidos.

O Conselho também considerou uma oferta da Austrália para receber o Campeonato Mundial de Cross Country de 2021, mas a decisão será anunciada posteriormente.

Quanto ao atletismo russo, o Conselho aceitou a recomendação do Grupo de Trabalho Independente, que estuda o escândalo de doping no país. A entidade exige o cumprimento de duas condições para a Rússia voltar a participar das competições internacionais da modalidade.

- A Unidade de Integridade do Atletismo (AIU na sigla em inglês) deve confirmar se recebeu todos os dados e teve acesso às amostras necessárias para determinar quais dos atletas russos no banco de dados do LIMS (laboratório de Moscou) têm casos a responder por violação das regras antidoping da IAAF. O Conselho da IAAF deixou claro que os atletas russos não podem retornar incondicionalmente à competição internacional até que a questão seja resolvida.

- A Federação Russa deve pagar todos os custos relacionados ao trabalho da Força Tarefa e em trazer ou defender casos russos na CAS. O Conselho da IAAF entende ser claro que essa dívida deve ser liquidada para que a reintegração ocorra. Não é justo pedir que a IAAF e seus membros continuem a arcar com esses custos. 

PATROCINADOR NACIONAL
O Conselho autorizou que as seleções nacionais, pela primeira vez, exibam o logotipo de um patrocinador no uniforme em Mundiais e já está liberado a partir do Campeonato Mundial de Atletismo da IAAF em Doha, em 2019.

As federações filiadas que desejarem aproveitar a oportunidade de marketing devem solicitar a aprovação do Conselho Diretivo da entidade, com uma ressalva: o mesmo patrocinador nacional não pode ter seu logotipo nos kits de mais de quatro Federações.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Dirigentes do Atletismo apresentam reivindicações ao prefeito

Dirigentes e apoiadores do Atletismo de Campo Mourão, liderados pelo técnico Paulo César da Costa, estiveram no gabinete do prefeito Tauillo Tezelli nesta segunda-feira (03). Além das conquistas da modalidade representando o município, eles apresentaram também reivindicações para manter o trabalho no próximo ano.
“Foi uma conversa bastante positiva, onde agradecemos ao prefeito pelos investimentos que o Atletismo teve do ano passado para cá. E ele também demonstrou estar sensível e preocupado em melhorar a estrutura para o treinamento dos atletas”, destacou Paulinho.
O técnico lembra que o Atletismo leva o nome de Campo Mourão no cenário nacional. Só em 2018 foram 375 medalhas em diversas competições. “A média foi mais de uma medalha por dia”, observou Paulinho, ao lembrar que no próximo ano já estão programadas 35 competições, que começam a partir de janeiro.

2018: Brasil mantém domínio na América do Sul

04|12|2018 - 10:45 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - O Brasil venceu as principais competições sul-americanas na temporada, mesmo participando com equipes menores do que em anos anteriores. Além de perder atletas importantes por causa de contusões.

Nos Jogos Sul-Americanos, disputado de 5 a 8 de junho, em Cochabamba, na Bolívia, A Seleção Nacional manteve a sua hegemonia. Com 35 atletas - 18 no masculino e 17 no feminino - o time conquistou 27 medalhas: 9 de ouro, 9 de prata e 9 de bronze.
Fonte: CBAt

O torneio foi organizado pela ODESUR e a delegação nacional foi formada pelo Comitê Olímpico do Brasil. Os brasileiros quebraram seis recordes do Campeonato:

-110 m com barreiras, com Eduardo de Deus (13.44 - 0.2)
-Arremesso do peso, Darlan Romani (21,21 m)
-200 m, Vitória Cristina Alves Rosa (22.87 - 1.0)
-Heptatlo, Giovana Aparecida Cavaleti (6.081 pontos)
-Salto em distância, Eliane Martins (6.66 m - 1.5)
-Triplo, Nubia Soares (14,59 m - 0.2) - Recorde Brasileiro na época

Sul-Americano Sub-23
O Campeonato Sul-Americano de Atletismo Sub-23 foi disputado nos dias 29 e 30 de setembro no Estádio Jefferson Perez, em Cuenca, no Equador. A Seleção Brasileira somou 283 pontos na classificação geral e garantiu novamente o título continental da categoria.

A equipe nacional ainda foi a primeira no masculino com 162 pontos e a segunda no feminino com 121.

No quadro de medalhas, o Brasil obteve com 34 lugares no pódio: 15 ouros, 12 pratas e 7 bronzes. No total, o Equador ganhou 24 medalhas e a Colômbia, 20.

Sul-Americano Sub-18
O Brasil confirmou a condição de favorito e conquistou o título do Campeonato Sul-Americano Sub-18, realizado em 30 de junho e 1º de julho, também no Estádio Jefferson Perez, em Cuenca. A equipe nacional conquistou 30 medalhas nos dois dias de competição: 14 de ouro, 11 de prata e 5 de bronze. No total, o Brasil fez 319 pontos.

Sul-Americano de Marcha Atlética
Erica Rocha de Sena conquistou a medalha de ouro dos 20 km do Sul-Americano de Marcha Atlética, disputado no dia 10 de março na cidade de Sucuá, no Equador. A pernambucana, quarta colocada no Mundial de Londres 2017, completou a prova em 1:30:22. Por equipes, o Brasil subiu ao pódio, com o terceiro lugar, somando 24 pontos.

Nos 50 km feminino, a catarinense Nair da Rosa ficou com a medalha de bronze, com 4:38:48, melhorando o recorde brasileiro, que era dela mesma, com 4:39:28.

Sul-Americano de Meia Maratona
Samuel Souza do Nascimento ganhou no dia 5 de agosto a medalha de bronze do Campeonato Sul-Americano de Meia Maratona, disputado em Paramaribo, no Suriname. Samuel completou os 21,1 km do percurso em 1:13:18.

Sul-Americano de Cross Country 
Valério Fabiano e Francisco Perrout Lima foram os destaques brasileiros no Sul-Americano de Cross Country, disputado no dia 17 de fevereiro, simultaneamente com o PAN da modalidade, em San Salvador, capital de El Salvador, na América Central. 

Valério Fabiano foi o terceiro entre os atletas da América do Sul, com 31:22, nos 10 km da prova adulta. Francisco Perrout foi o terceiro entre os sul-americanos, nos 8 km sub-20 masculino, com 25:43.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Brasil 2018: Gabriel Constantino foi o destaque nas barreiras

03|12|2018 - 12:40 | Assessoria de Imprensa da CBAt

São Paulo - Gabriel Oliveira Constantino foi um dos grandes atletas de 2018 nos 110 m com barreiras. A temporada foi a melhor de sua carreira e começou bem, com o atleta alcançando a final dos 60 m com barreiras no Mundial Indoor de Birmingham, na Grã-Bretanha, em março, quando ficou em sexto lugar.
Fonte: CBAt
Mas foi na temporada de competições em estádio aberto que Gabriel Constantino obteve seus melhores resultados. O ápice aconteceu no Meeting de Montreuil, na França, quando fez os 110 m com barreiras em 13.23, com vento de 0.5 m/s. Ele foi o segundo colocado na prova, vencida pelo russo Sergei Schubenkov, com 12.99.

A marca, considerada uma das melhores performances do Atletismo nacional, colocou o barreirista como top 10 do Ranking Mundial do ano, com o oitavo lugar. "Trata-se de um atleta com resultados consistentes, uma natural esperança de boas colocações nas grandes competições internacionais de 2019", diz Carlos Cavalheiro, responsável pela área de Atletismo no Comitê Olímpico do Brasil.

Cavalheiro se refere ao Campeonato Mundial de Doha e aos Jogos Pan-Americanos de Lima, competições marcadas para o próximo ano. Sem esquecer a Olimpíada de Tóquio, em 2020.

Com o resultado, Gabriel quebrou o recorde brasileiro, que era 13.29 (-0.4) e pertencia a Redelén Melo dos Santos desde 2004, e o recorde sul-americano, do colombiano Pablo Cesar Villar, que tinha 13.27 (1.9) desde 2011.

Importante notar que das 20 melhores marcas sul-americanas na temporada, Gabriel é autor de 15 delas, sendo nove as melhores do Ranking. As cinco principais performances do atleta em sua principal prova foram: 13.23 (0.5), 13.31 (-1.0), 13.36 (0.5), 13.37 (0.2), 13.38 (1.9). 

Nascido em 9 de fevereiro de 1995 no Rio de Janeiro, o atleta treina com Renan Mota Valdiero e defende o Pinheiros. 

Uma característica importante de Gabriel é o seu ecletismo. Especialista nos 110 m com barreiras, tem 7.60 nos 60 m com barreiras, marca obtida este ano, quando igualou o recorde sul-americano indoor, do também brasileiro Marcio Simão de Souza, desde 2004.

Ele tem ainda boas marcas nos 100 m (10.28) e 200 m (20.67). Fez 7,35 m no salto em distância e 2,04 m no salto em altura.

Gabriel venceu o Troféu Brasil Caixa de Atletismo em Bragança Paulista (SP) e o Campeonato Ibero-Americano de Trujillo, no Peru. Ganhou também os torneios de Clermont, nos Estados Unidos, e Nancy, na França. No IAAF World Challenge de Ostrava, na República Tcheca, ganhou a medalha de prata.

As outras cinco melhores marcas foram feitas por Eduardo de Deus, cujo melhor tempo foi 13.44 (0.5), obtido em Cochabamba, em 6 de junho. Atleta da Orcampi Unimed, de 23 anos, treina com Marcelo Lima.

400 m com barreiras
Cinco brasileiros correram os 400 m com barreiras abaixo dos 50 segundos 16 vezes em 2018. O principal nome foi Marcio Soares Teles (Orcampi Unimed), número 1 do Ranking Nacional com 48.70, recorde pessoal estabelecido em 16 de setembro, no estádio do CNDA, da CBAt, em Bragança Paulista.

Treinado por Evandro Lazari, outras seis vezes Marcio fez a prova na casa dos 49 segundos: 49.09, 49.22, 49.64, 49.78 (duas vezes) e 49.82.

O número 2 do Brasil foi Artur Langowski Terezan, com 49.18 (FECAM). Na temporada ele ainda marcou 49.79 e 49.94. Hederson Alves Estefani (Pinheiros) foi o terceiro com 49.48, e ainda marcou 49.57 e 49.69. Mikael Antonio de Jesus ficou em quarto lugar com 49.78 (FECAM) e fez também 49.97.

Também em quarto lugar ficou uma das boas revelações dos últimos anos no País: Alison Brendom Alves dos Santos (Pinheiros), com 49.78, marca que deu ao atleta a medalha de bronze no Mundial Sub-20 em Tampere, na Finlândia.

Feminino
Nos 100 m com barreiras, o primeiro lugar do Ranking Nacional foi alcançado por Rayane Amaral Santos (Orcampi Unimed), com 13.25 (1.7). Ela fez a marca no dia 14 de julho em Bragança Paulista, no Desafio Brasil de Atletismo.

Em segundo lugar, empate com 13.39 entre a experiente Fabiana Santos de Moraes e Micaela Rosa Melo (UCA). Micaela fez a marca em 23 de junho, em Bragança, com vento de 0.9 m/s. Fabiana fez o tempo em Lisboa, em 6 de julho, com vento de 1.7.

Duas brasileiras correram os 400 m com barreiras em menos de 58 segundos. A número 1 do Ranking, Alessandra Santos Silva (Orcampi Unimed), com 57.55. Em segundo no Ranking ficou Wanessa do Nascimento Zavolski (Rede Pianowski), com 57.95. Uma jovem de 18 anos, Cheyenne Pereira da Silva (EMFCA), foi a terceira, com 58.27. As três atletas fizeram estas marcas na final da prova no Troféu Brasil, em 16 de setembro.

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